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075 - DIVERSOS - GÉ    

O75 - DIVERSOS - GÉ

 

 

 

 

 

 
 
 
 
Visando o levantamento de fundos para a Obra,
continuo confeccionando pps comerciais.
 
Além disso coloquei à venda o CD
 
"GÉ Vol. I"
 
contendo minhas primeiras 220 formatações
(sem a senha de segurança).
 
Preço:  R$ 20,00  (Brasil)  R$ 30,00  (Exterior)
 
Para maiores informações, favor escrever para
 
 
 
 
Visite a sala que meu querido amigo Luiz Antonio Vieira Spinola
- AMBIENTE PRODUÇÕES -
abriu para mim...
 
 
 
 
 
 
 
(Se nos anexos não houver movimento e música, favor apertar a tecla F5):
 
 
ABJ 039 - SAUL É ESCOLHIDO REI - 1 Samuel 10
 
 
(Gé 524) - Marcial Salaverry - APROVEITANDO UMA EXPERIÊNCIA DE VIDA
(já está circulando na net)
 
 
(Gé 525) - Maria Luiza Bonini - UMA HISTÓRIA DE AMOR
 
 
(Gé 526) - FRASES
 
 
 
 
 
(John Fitzgerald Kennedy - 1917-1963 - ex-presidente dos Estados Unidos)
 
"Se uma sociedade livre não pode ajudar os muitos que são pobres, então
também não será capaz de salvar os poucos que são ricos."
 
(Colaboração de Luiz Carlos F. Alves)
 
 
 
 
IMPORTANTE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Em tempo de EPIDEMIA, merece ampla divulgação.

Como professor de microbiologia, eu venho falando sobre isto com meus alunos há alguns anos: a relação da Dengue (uma patologia causada por um vírus hepatotóxico) com o Tylenol (paracetamol- uma droga com potencial hepatotóxico significativo). O vírus da Dengue é da mesma família do vírus da Febre Amarela (Flavivírus) que tem tropismo pelo hepatócito.
Mas é sempre bom colocar a posição de um especialista na área. Então, taí.

 
Ats.,

Julio

 
DENGUE - EQUÍVOCOS NO TRATAMENTO

 
 
Prof. Dr. Edimilson Ramos Migowski de Carvalho, MD, PhD

(Professor de Infectologia Pediátrica da UFRJ e vice-presidente da Sociedade de Pediatria do Estado do Rio de Janeiro)

 
O vírus do Dengue é um Flavivirus, portanto do mesmo gênero do vírus da hepatite C e da febre amarela, que também são hepatotrópicos. Assim, a hepatite não pode ser considerada uma complicação do dengue, pois faz parte da história natural da doença. Aspectos histológicos de hepatite viral têm sido demonstrados em biópsias hepáticas de pacientes com dengue, como degeneração dos hepatócitos, necrose centrolobular, degeneração gordurosa, hiperplasia de células de Kupffer, infiltração de monócitos e alterações muitas vezes de grande monta a exemplo do que ocorre na febre amarela. Diversos estudos demonstram que 80 a 100% dos pacientes com dengue, mesmo sem hepatomegalia, apresentam algum grau de envolvimento hepático com elevação de transaminases (TGO e TGP).
O tratamento da Dengue é sintomático, isto é, são utilizados medicamentos apenas para amenizar os sinais e sintomas, e não para combater o vírus. O próprio sistema imunológico acaba com o vírus em alguns dias. Mesmo assim, deve-se fazer repouso, não se agasalhar excessivamente e beber muito líquido para evitar a desidratação proporcionada pela febre e evitar sintomas mais desagradáveis.
No caso da forma hemorrágica, é recomendada a aplicação de soro e plasma. Em alguns casos mais graves pode haver a necessidade de transfusão de sangue.

Embora não tenha qualquer estudo, é o paracetamol (Dôrico®, Tylenol® etc) o fármaco mais utilizado para tratamento da dor e febre no paciente com dengue. Vale ressaltar que o vírus do dengue causa, em praticamente 100% das pessoas infectadas, um quadro de hepatite, e o paracetamol é muito tóxico para esse órgão e poderá agravar o problema.

O ácido acetil-salicílico (AAS®, Aspirina®, Melhoral®, Doril® etc) é contra-indicado, porque essa substância interfere nos mecanismos de coagulação e pode favorecer o aparecimento de manifestações hemorrágicas.

Baseado nos perfis do medicamento e da doença, os medicamentos que poderiam ser utilizados com um pouco mais de segurança seriam a dipirona (Novalgina®, Dorflex®, Anador® etc.) e o ibuprofeno (Dalsy®, Alivium®). Mas sempre de forma comedida e com orientação médica.

Na maioria das vezes, o doente se recupera em uma semana. A recuperação costuma ser total, não deixando nenhum tipo de seqüela. É comum que ocorra durante alguns dias uma sensação de cansaço, que desaparece completamente com o tempo, geralmente em até quinze dias.
 
 Paracetamol é uma  substância  que exige um  esforço  do  fígado para metabolizá-la.   A  diferença  entre  a dose terapêutica e a tóxica é muito pequena. Segundo a Administração de Drogas e Alimentos dos Estados Unidos, um adulto  saudável  deve ingerir, no máximo, quatro gramas de paracetamol por dia. Para crianças, a dose recomendada é de cem miligramas por quilo de peso. Mas  o  mais  seguro  é  consumir o mínimo possível. O excesso pode causar hepatite medicamentosa. Hepatite  tóxica  mata  rapidamente,  adultos  e  crianças. Ela pode ser a verdadeira causa de vários óbitos atribuídos ao dengue.
O antagonista dos efeitos adversos do Paracetamol é a Acetilcisteína injetável.
 
 
Por que piscamos?
VC SABIA?
  
Piscar é essencial para a saúde dos olhos.
Todos nós piscamos de 15 a 20 vezes por minuto. Em algumas ocasiões, o ato de piscar é involuntário, ou seja, nem percebemos que estamos piscando, semelhantemente ao que ocorre no ato de respirar. Que a respiração é fundamental, pois permite ao corpo absorver o oxigênio que ele precisa, nós já sabemos. E o ato de piscar, qual sua importância? Por que piscamos?

A primeira explicação para esse mecanismo é que através dele, agentes externos, como poeira ou outros minúsculos elementos, são impedidos de entrar em contato direto com a córnea. Além dessa, a outra função do mecanismo é a lubrificação da superfície ocular.

As lágrimas, produzidas a todo o momento pelas glândulas lacrimais, são extremamente importantes para a lubrificação constante dos olhos. Quando piscamos, esse líquido é espalhado por todo o olho, permitindo a lubrificação do mesmo, além de proporcionar uma limpeza natural da córnea. Quando estamos na frente da televisão ou do computador, a luminosidade desses aparelhos causa a evaporação do líquido lacrimal, ocasionando a tensão dos músculos dos olhos e uma maior dificuldade em realizar o movimento de abrir e fechar os olhos, na chamada Síndrome da Visão do Usuário de Computador ou CVS.

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